sábado, 28 de fevereiro de 2015

Sobre a Garça Boieira...


Cruzei-me com esta ave no meu caminho, fotografei-a e, dado que nem o seu nome sabia, pesquisei na Net e partilho convosco a informação que considero essencial.

É uma ave de tamanho médio - 50 cm de altura, aproximadamente - , de corpo compacto e esguio e de plumagem branca. O seu bico e pernas são amarelo acinzentadas, tornando-se laranja rosado na época de reprodução. Neste período, a coroa, o peito e o manto adquirem, igualmente, um tom alaranjado.

A garça boieira Bubulcus Ibis existe em todos os continentes, excepto nos círculos polares. Vulgarmente conhecida por Carraceiro é fácil encontrá-la em Portugal, em bandos, no meio do gado que pasta, ou atrás das máquinas agrícolas que lavram a terra.

Alimenta-se de insectos, répteis, peixes, moluscos, girinos e pequenos mamíferos. E desempenha um importante papel junto dos criadores de gado, dado que limpa de carraças o lombo das ovelhas,vacas e cavalos, evitando a propagação de doenças nas manadas. Daí ser popularmente conhecido por CARRACEIRO.
                                        

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Lugares mágicos...

Foto captada em Alcácer do Sal

Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido.
                                                                                  (Leonardo da Vinci)

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Obrigada, meus queridos!


Apetece-me, para além de partilhar esta fotografia,  escrever algo sobre estes meninos - meus netos -, mas que dizer que não tenha já repetido milhares de vezes? Não quero cair no ridículo dos lugares comuns assentes na beleza, educação, tranquilidade, amor...
Assim, vou só dizer  que lhes agradeço muito por existirem e que são eles os grandes responsáveis por me fazerem ver a vida com uns óculos mais dourados e vivê-la duma forma mais intensa e alegre.
Obrigada, meus queridos!!!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Avé Maria de Schubert


Depois desta longa ausência, volto a este meu cantinho,  para nele deixar guardada e convosco partilhar, a Avé Maria de Schubert, maravilhosamente interpretada, em alemão, por Helena Fischer.

sábado, 8 de novembro de 2014

Li no Correio da Manhã e partilho...

porque subscrevo na integra este artigo de opinião do Professor Paulo Morais sobre o "Caso BES"


(B)EScândalo

Com tantos negócios obscuros, e por isso rentáveis, como chegou o BES à falência? Salgado tem de revelar o rasto do dinheiro.

A falência do BES, o mais poderoso banco do regime, apanhou todos de surpresa. Um banco sólido, com ligações políticas dominantes, a que todos atestavam idoneidade, desde o Banco de Portugal (BdP) ao Presidente da República. De súbito, a falência, sem qualquer causa percetível. O Parlamento vai agora promover um inquérito ao caso BES. Será que consegue esclarecer o enigma da inesperada falência? E será que quer?
Este é um caso em que nada faz sentido. Em primeiro lugar, não se entende como foi possível o banco falir. Pois se o BES esteve sempre envolvido nos maiores negócios, como ficou sem dinheiro? Foi o banco das parceiras público-privadas, que lhe garantiram rentabilidades milionárias. O grupo que lhe estava associado ganhou milhões nos casos "Monte Branco" e "Vargem Fresca", intermediou os subornos na venda de submarinos alemães a Portugal. No Brasil, foi a instituição liderante no escândalo de financiamento partidário "Mensalão". Foi ainda o BES-Angola, a par da sua associada Escon, que teve papel central nos negócios de petróleo de Angola e na lavagem de dinheiro das elites locais. Com tantos negócios obscuros, e por isso mesmo mais rentáveis, como chegou o BES à falência? Para onde foram os lucros destas atividades? Ricardo Salgado tem de revelar o rasto do dinheiro. E o Estado tem de o confiscar.
Uma outra questão que exige um esclarecimento cabal tem a ver com a solução encontrada pelo Banco de Portugal, que decidiu dividir o Banco em "bom" e "mau". No banco mau ficariam os problemas, os ativos tóxicos, o crédito malparado, participações duvidosas, investimentos sem retorno. Tudo para que o outro, o "bom", agora batizado de "Novo Banco", beneficiasse de saudáveis "ratios" financeiros e todos os depósitos ficassem garantidos. Mas se o "Novo Banco" fica financeiramente saudável, por que razão beneficiou ainda duma injeção de capital de cinco mil milhões? O governador Carlos Costa tem de explicar qual o destino dado a estas verbas.
Há uma questão final, a mais inquietante: num escândalo desta dimensão, que gerou um dano à sociedade de milhares de milhões, porque não há ainda contas congeladas nem património confiscado? E porque não há ainda ninguém preso?

                                                                   (Paulo Morais - Professor universitário)

Meu pobre País...
                                           

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Novembro espreita...

Novembro está aí! Temos de lhe abrir a porta! Impensável não fazê-lo... O calendário não permitiria... Não é de todo o meu mês de eleição, mas vou recebê-lo de bom grado e pedir-lhe que agarre a bonomia que se fez sentir neste Outubro que ora termina.
Bem sei que não será muito provável o bom tempo... mas quem sabe  não vamos ser surpreendidos  pela positiva?!
Ok! A chuva faz falta! E se o sol continuasse a iluminar os nossos dias ficando a chuva reservada somente para as noites??
Sonhar é fácil e faz bem à alma!!  Sonhemos então...
Com bom tempo ou chuva, frio ou vento, aproveitemos tudo o que de bom Novembro tem para nos dar e vivamos cada dia e cada momento com intensidade. Oxalá, o seu "saco"  venha recheado de muitos e bons motivos que nos façam sorrir em cada um dos seus dias!

Para já, um feliz SÃO MARTINHO para todos vós!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Pequenos/grandes diálogos...

- Amor, sabes que a avó gosta muito de ti?
- Sei, avó!... A avó já me disse IMENSAS vezes! ...

Foi esta maravilhosa resposta que obtive do meu neto Vicente à pergunta que lhe fiz. Exactamente a que eu mais desejava ouvir.
Por vezes, a importância dos diálogos com crianças não está na quantidade de palavras proferidas mas no peso que  podem ter no  harmonioso desenvolvimento dessas mesmas crianças.