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domingo, 2 de março de 2014

O Papa da diferença #2

  1. Foto: «Não condenem quem se divorciou», pede papa Francisco.

O papa Francisco afirmou esta sexta-feira que os cristãos não podem «condenar» as pessoas que se divorciaram ou não tiveram sucesso nas relações amorosas. 

Numa missa celebrada esta manhã na residência de Santa Marta, no Vaticano, o Pontífice voltou a abordar o tema do divórcio e pediu para que os divorciados recebam «apoio e acompanhamento», em vez de «condenação» por parte da sociedade e da Igreja Católica.

«Quando um relacionamento amoroso termina, devemos sentir a dor dessa falência, acompanhar essas pessoas que sofrem por amor», comentou Jorge Mario Bergoglio.

«Não condenar, mas sim, caminhar ao lado deles e não cair na casuística.»

No início do mês, o papa Francisco pediu para os sacerdotes da Igreja Católica tratarem os divorciados de uma maneira que eles não se sintam «excluídos da misericórdia de Deus».

«Os pastores da Igreja são convidados a dar assistência aos divorciados ou separados de maneira que eles não se sintam excluídos da misericórdia de Deus, do amor fraterno dos outros cristãos e do interesse da Igreja na salvação deles», disse o Papa na ocasião.

O tema do divórcio será discutido no próximo Sínodo Extraordinário sobre a Família, que ocorrerá entre os dias 5 e 19 de Outubro. O encontro analisará o possível fim da proibição de comungar pessoas divorciadas.


«Não condenem quem se divorciou», pede papa Francisco.

O papa Francisco afirmou esta sexta-feira que os cristãos não podem «condenar» as pessoas que se divorciaram ou não tiveram sucesso nas relações amorosas. 

Numa missa celebrada esta manhã na residência de Santa Marta, no Vaticano, o Pontífice voltou a abordar o tema do divórcio e pediu para que os divorciados recebam «apoio e acompanhamento», em vez de «condenação» por parte da sociedade e da Igreja Católica.

«Quando um relacionamento amoroso termina, devemos sentir a dor dessa falência, acompanhar essas pessoas que sofrem por amor», comentou Jorge Mario Bergoglio.

«Não condenar, mas sim, caminhar ao lado deles e não cair na casuística.»

No início do mês, o papa Francisco pediu para os sacerdotes da Igreja Católica tratarem os divorciados de uma maneira que eles não se sintam «excluídos da misericórdia de Deus».

«Os pastores da Igreja são convidados a dar assistência aos divorciados ou separados de maneira que eles não se sintam excluídos da misericórdia de Deus, do amor fraterno dos outros cristãos e do interesse da Igreja na salvação deles», disse o Papa na ocasião.

O tema do divórcio será discutido no próximo Sínodo Extraordinário sobre a Família, que ocorrerá entre os dias 5 e 19 de Outubro. O encontro analisará o possível fim da proibição de comungar pessoas divorciadas. 

  Papa Francisco, o Papa da inovação, da mudança! 

domingo, 12 de janeiro de 2014

BOAS REFLEXÕES... para um novo ano que se pretende nos corra bem!

Não chores pelo que perdeste, luta pelo que tens.
Não chores pelo que está morto, luta por aquilo que nasceu em ti.
Não chores por quem te abandonou, luta por quem está contigo.
Não chores por quem te odeia, luta por quem te quer.
Não chores pelo teu passado, luta pelo teu presente.
Não chores pelo teu sofrimento, luta pela tua felicidade. Com as coisas que vão nos acontecendo vamos aprendendo que nada é impossível de solucionar, apenas siga adiante.
                                 Jorge Mario Bergoglio, Papa Francisco
 
A VITÓRIA ESTÁ... NA LUTA! É PRECISO ACREDITAR!...
 


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Pensamento

A crise que se vive na Europa e no mundo não é uma crise económica, nem uma crise de culturas, é antes uma crise  do homem que, por um lado, perdeu  o sentido da sua própria dignidade e da dignidade dos outros e, por outro, usa a liberdade de tal maneira que gera novas opressões.
                                                   
                                                Papa Francisco - 2013

sábado, 14 de setembro de 2013

O Papa da diferença!



Por Gonçalo Portocarrero de Almada
publicado em 14 Set 2013 - 05:00


Atenda!
     
Nas igrejas, é frequente o aviso a pedir que se desligue o telemóvel. É razoável, porque atender uma chamada, num templo, é uma falta de respeito para com Deus. Mas, talvez não seja muito católico porque, do outro lado, pode estar... o Papa!
Não sei o cognome com que ficará na História, mas Francisco bem poderia ser designado o Papa das surpresas. Desde que iniciou o seu ainda breve pontificado, multiplicaram-se os gestos inéditos: recém-eleito, foi, pelo seu próprio pé, pagar uma conta; trocou a viatura oficial pelo autocarro em que viajavam os cardeais; preferiu viver na casa de Santa Marta, em vez de no apartamento pontifício, etc.
Um capítulo especial das benditas extravagâncias do Papa Francisco respeita aos seus telefonemas. Logo após a sua eleição ligou, directa e pessoalmente, o que não é suposto num Papa, ao superior geral da Companhia de Jesus, a que pertence. E agora telefonou a uma jovem grávida, abandonada pelo progenitor do seu filho, para lhe dar apoio espiritual e humano.
Imagino Jesus assim. Solene, quando proclama as bem-aventuranças, afirma que é Deus ou, diante de Pilatos, se intitula rei. Mas nunca frio, ou distante: toca o leproso que cura; fala a sós com a samaritana, junto ao poço de Sicar; repara em Zaqueu, empoleirado numa árvore, e vai a sua casa, apesar de ser a de um pecador.
Ser pastor é ser, sobretudo, pai. Por isso o Papa é tão "papá" de todos e de cada um de nós. Para que cada um de nós o seja do seu próximo.
Portanto, se receber uma chamada de um número desconhecido, atenda: pode ser o Papa! E, se não for, seguramente será Deus, que nos chama através das necessidades dos outros.
                                                    Padre                               










 
 
 
 
 




terça-feira, 11 de junho de 2013

"Papa reconhece que há corrupção e loby gay no Vaticano"

Papa reconhece corrupção e 'lobby gay' no Vaticano
 
O Papa reconheceu a dificuldade da reforma da cúria romana ao referir-se a uma "corrente de corrupção" e à existência de um lóbi gay durante um encontro com religiosos latino-americanos.

A reforma da cúria, o Governo da Igreja católica, defendida por "quase todos os cardeais" nas reuniões preparatórias do último conclave, é um projeto "difícil", reconheceu o Papa numa reunião, a 06 de junho, com responsáveis da Confederação latino-americana e das Caraíbas dos religiosos e religiosas (CLAR).

Segundo uma síntese do que foi discutido nesse encontro de quase uma hora, revelada esta terça-feira pelo 'site' católico progressista Reflexão e Libertação, o papa acrescentou: "Na cúria, há pessoas santas, verdadeiramente, mas também há uma corrente de corrupção".

"Fala-se de lóbi gay e é verdade, ele existe", reconheceu ainda.

"Não posso fazer eu a reforma", continuou o chefe da Igreja Católica, que se confessou "desorganizado".

Esse será o trabalho da comissão de oito cardeais que o Papa nomeou e que deverá reunir-se pela primeira vez oficialmente em Roma no mês de outubro, acrescentou
                                                                                                           (in Jornal de Notícias)

Trabalho difícil para o Pontificado! Acredito no Papa Francisco. Vai ser o papa das reformas no Governo da Igreja Católica (Cúria Romana).Tenho fé!!
                                                                                                            

quarta-feira, 13 de março de 2013

"Habemus Papam"


Stefano Rellandini/Reuters

A multidão aguardou à chuva e ao frio que o Conclave procedesse à eleição do Papa sucessor de Bento  XVI.


Explosão de alegria na Praça de S. Pedro no Vaticano quando às 18h 06m saíu a fumaça branca da chaminé da Capela Sistina. Aconteceu no 2.º dia, após a 5.ª votação do Conclave.
Coube ao Cardeal Jean-Louis Tauran anunciar o  nome do novo Papa que recaiu na pessoa do Cardeal Jorge Mário Bergoglio, nascido na Argentina, com  76 anos de idade,  Arcebispo de Buenos Aires. Será o primeiro papa a adoptar o nome Francisco,  o primeiro papa jesuíta e também  o primeiro papa oriundo da América do Sul.

Pouco mais de meia hora após a saída do fumo branco, o Papa Francisco I aparece à janela, na Praça de S. Pedro, e dirige-se à multidão para uma primeira benção.  Faz um apelo à fraternidade na Igreja e revela que "os meus irmãos Cardeais foram  buscar-me ao fim do mundo."

Na verdade, pelo que li nos últimos dias na imprensa, o seu nome não fazia parte da lista dos favoritos... Não o conhecia como cardeal, vim a conhecê-lo agora, como Papa. Gostei imenso da sua expressão, parece-me um homem humilde, simples, afável e sereno. A sua missão - a de comandar a Santa Sé - decerto não será fácil! Novos tempos se aproximam... Será este o Papa da mudança? Estou confiante.


Que Deus e os homens ajudem o Santo Padre no seu Nobre  Magistério!