Tranquilo e, sensivelmente três semanas após a sua entrada no calendário, o Outono começava a dar o ar da sua graça. Céu nublado, brisa fresca, a natureza a mudar os tons, aromas, odores...
Uma brisa que, depois de um Verão extremamente quente, - a lembrar o calor dos países de clima tropical - se tornou muito agradável e refrescante para todos nós.
A sua estada, porém, não foi longa porque, inesperadamente, a natureza ao reentrar em mais um ciclo de mudança, agora que Novembro se prepara para chegar, abriu as suas portas e segredou-lhe ao ouvido que saísse e desse lugar ao inóspito frio. Tudo aconteceu num ápice e ele aí está pronto para, sem dó nem piedade, nos pôr a tiritar...
Não, não gosto do Inverno! Nunca gostei! De todo. Frio e chuva não combinam comigo.
Contudo, tendo em conta a necessidade do mesmo no ciclo da vida, que venha, mas já agora - não será pedir muito - que o faça de mansinho e assim se mantenha até que a Primavera regresse para alegrar os meus/nossos dias.
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Tranquilo e... ao de leve
domingo, 29 de dezembro de 2013
Último Domingo de 2013
Chega ao fim o último Domingo do ano que está quase, quase a " apagar-se". Um dia de sol, mas muito frio, a fazer jus ao Inverno. A chuva "passeou-se" por aqui, mas rapidamente deu o fora. Gosto assim, sem chuva, com sol... de dias radiosos, para poder sair à rua e apreciar a luminosidade e o brilho que essa maravilhosa estrela graciosamente concede a tudo e a todos... Bem sei que a chuva nos é necessária e... que também tem os seus encantos, mas os dias solarengos correm-me melhor. Até consigo esquecer - será magia? - esse tal frio que também não me é nada simpático...
Assim sendo, deambulei um pouco pela marginal, junto ao rio, e observei, quase extasiada, as aves (ora gaivotas, ora patos) que em bando sobrevoavam o rio, tornando-o ainda mais deslumbrante.
E porque Domingo é dia de Missa, lá estive naquela que foi, para mim, a última do ano de 2013. Ali, na Igreja, durante a Eucaristia, encontrei, como sempre acontece, a paz e a tranquilidade que me ajudam a tornar os dias mais suaves e luminosos.
E assim - cada um de nós à sua maneira - nos vamos despedindo do velho ano e preparando para receber de braços abertos o ANO de 2014 que espero e desejo seja um ANO MUITO RADIOSO para todos nós!!
Assim sendo, deambulei um pouco pela marginal, junto ao rio, e observei, quase extasiada, as aves (ora gaivotas, ora patos) que em bando sobrevoavam o rio, tornando-o ainda mais deslumbrante.
E porque Domingo é dia de Missa, lá estive naquela que foi, para mim, a última do ano de 2013. Ali, na Igreja, durante a Eucaristia, encontrei, como sempre acontece, a paz e a tranquilidade que me ajudam a tornar os dias mais suaves e luminosos.
E assim - cada um de nós à sua maneira - nos vamos despedindo do velho ano e preparando para receber de braços abertos o ANO de 2014 que espero e desejo seja um ANO MUITO RADIOSO para todos nós!!
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| Igreja de Santiago "vestida" de Natal! |
sábado, 30 de novembro de 2013
Despedida...
Tão belo e solarengo quanto frio - aqui em Alcácer - este ultimo dia do mês que hoje se despede, Novembro. Como que a preparar-nos para os vindouros frios do inverno.
Aquele magnífico sol a brilhar num horizonte azulado e sem fim impeliu-nos para um passeio pelo sudoeste alentejano. Que também é fabuloso!
Paisagens inebriantes... de contrastes, entre o azul do mar, o branco do casario e as paisagens campesinas nas mais variadas cores.
Para ouvir e... ver as imagens:
Porto Covo imortalizado na voz de Rui Veloso (uma das suas interpretações de que mais gosto)
domingo, 17 de fevereiro de 2013
A chuva chove...
A chuva chove mansamente... como um sono
Que tranquilize, pacifique, resserene...
A chuva chove mansamente... Que abandono!
A chuva é a música de um poema de Verlaine...
E vem-me o sonho de uma véspera solene,
Em certo paço, já sem data e sem dono...
Véspera triste como a noite, que envenene
A alma, evocando coisas líricas de outono...
...Num velho paço, muito longe, em terra estranha,
Com muita névoa pelos ombros da montanha...
Paço de imensos corredores espectrais,
Onde murmuram velhos orgãos, árias mortas,
Enquanto o vento, estrepitando pelas portas,
Revira in-fólios, cancioneiros e missais...
(Cecília Meireles)
Por aqui choveu durante toda a tarde... De mansinho!... O dia apresentou-se bastante escuro e melancólico. Aceitei-o como um convite ao conforto do lar, onde me mantive refastelada num dos meus sofás, junto à lareira, evocando a vida - com lirismo -, ao som da chuva e de música do meu agrado.
Porque estes momentos também são necessários!! Ajudam-nos a encontrar o equilíbrio! E sendo eu uma pessoa que gosta mais de deambular por aqui e por ali... confesso que esta foi uma tarde muito saborosa!!
Porque estes momentos também são necessários!! Ajudam-nos a encontrar o equilíbrio! E sendo eu uma pessoa que gosta mais de deambular por aqui e por ali... confesso que esta foi uma tarde muito saborosa!!
domingo, 27 de janeiro de 2013
Apetites... de Inverno!
Como diria um amigo meu - sabendo ele que não aprecio o inverno -, há que saber tirar partido das coisas boas de cada uma das estações do ano. OK! Foi o que hoje fiz... e soube-me muito bem esta tarde no conforto da minha casa fazendo coisas de que gosto! As fatias douradas constituem um apetite antigo que, cá em casa, surge habitualmente nos fins de semana mais frios. E esta cinzenta e chuvosa tarde de domingo mostrou-se muito apelativa. Então, deitei mãos à obra e confecionei as ditas, que depois gulosamente deglutimos - como lanche ajantarado - acompanhadas/ regadas com uma bebida - Chá/ leite - bem quentinha.
Este é um doce tradicional de natal na mesa dos portugueses - na minha mesa não, sou uma exceção - conhecido habitualmente, consoante as regiões do país, como rabanadas ( região norte) e fatias douradas ou fatias paridas (região sul ).
Não será demais lembrar que o nome fatias paridas se deve ao facto de em tempos passados, nos meios rurais, as mesmas serem dadas às mulheres que acabavam de dar à luz, porque se acreditava que este alimento, por ser rico em ovo, açúcar, leite e pão, alimentava bem a mãe e fazia subir o leite materno para alimentar o bebé.
Partilho a receita deste saboroso doce que - esqueçamos as calorias -, é muito fácil e rápido de fazer e muito reconfortante para o estômago, nestes meses frios!
Ingredientes:
1 pão duro (de preferência pão de forma, de padaria)
ovos q.b.
leite q.b.
2 colheres de sopa de açúcar
1 pau de canela
1 casca de limão
óleo (para as fritar)
açúcar e canela em pó q.b. (para as polvilhar)
Preparação:
Corta-se o pão em fatias com cerca de 1,5 cm de espessura.
Ferve-se o leite com as 2 colheres de açúcar, o pau de canela e a casca de limão.
Batem-se os ovos. Passam-se as fatias de pão primeiro pelo leite e depois pelos ovos. Fritam-se em óleo quente e escorrem-se em papel absorvente.
Servem-se polvilhadas com açúcar e canela.
Entusiasmem-se e... BOM APETITE!
sábado, 19 de janeiro de 2013
Mau tempo...
Depois de uma noite um tanto mal dormida - por causa do temporal -, acordei e dei um pulo da cama quando passavam alguns minutos das nove. Fui à janela para observar o que se passava no lado adjacente ao conforto do meu quarto. Num dia muito cinzento, um vento estrondoso açoitava ferozmente a natureza e quase levava tudo pelos ares. Aliadas ao vendaval pareciam estar as nuvens negras que em movimentos bruscos deixavam cair cá para baixo uma chuva grossa e desritmada, de tal forma que a minha rua mais parecia um lago meio lamacento por onde flutuavam - como barcos à deriva - as folhas e os ramos caídos das árvores que a ladeiam. Senti alguma melancolia e... medo, fiquei com uma vontade imensa de voltar ao vale dos lençóis... mas segurei-me, não remediava nada, não tinha sono!!! Resisti... acreditei que não era, de todo, a natureza em rutura com os homens... e voltei às minhas rotinas do dia a dia.
Entretanto, aguardo, tranquila, a melhoria do tempo - que parece vai fazer-se sentir a partir de amanhã - para me escapar daqui para fora por alguns dias. Vou aproveitá-los para tratar de assuntos pendentes e para recarregar as "minhas baterias"... que este tempo invernoso, como já aqui referi muitas vezes, nada tem a ver comigo!! Todos iguais, todos diferentes... há quem se relacione muito bem com o inverno, não é, de todo, o que se passa comigo, que sou sempre muito mais feliz, alegre e bem disposta em qualquer uma das restantes estações do ano!:)
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Chuva e mais chuva! Brrrr..
O dia está triste, para não dizer péssimo! Chuva, chuva e mais chuva! Brrrrrrrr..... que escuridão, que desconsolo!!! Continuo à espera que o inverno se vá... e dê lugar à primavera, para a receber de braços abertos!!... E viver cada dia, cada minuto, cada segundo como se fossem os últimos da minha vida. Começo já a fazer planos! Que saudades!!!
Não fossem os meus pimpolhos, que tanto me preenchem os tempos mortos e quase me fazem desmanchar a rir, tudo seria diferente, para pior, claro!! Vou agora receber o Vi - regressado da escolinha - e vai ser decerto uma bela tarde passada a dois!
Vamos lanchar, brincar, mimar e... conversar, pois que esta de já ter uma namorada está a deixar-me "preocupada"... e boquiaberta... ;))*
Ontem à hora do almoço, teve esse desabafo à mesa, acrescentando que é bonita e se chama M.!! E mais não disse, provavelmente porque não achou piada à minha sonora e talvez "inadequada" gargalhada. :))
Hoje já voltou a falar da namorada... mas o tempo não foi suficiente para explorar o assunto!
Hoje já voltou a falar da namorada... mas o tempo não foi suficiente para explorar o assunto!
Vou fazê-lo agora, que ele acaba de chegar!! Depois conto...
E como o rapazinho gosta do computador!!
domingo, 16 de dezembro de 2012
Frio... não obrigada!
Começa a ser demais! O terceiro dia em que não saio do quarto por causa de uma estúpida de uma gripe que - para que os estragos sejam maiores -, trouxe consigo uma bruta de uma amigdalite que me causou aquelas dores e febre que todos gostamos de ver longe de nós e... da nossa porta .
Quantas vezes já disse aqui que detesto o frio e o Inverno??? Muitas... E hoje repito mais uma vez: DETESTO O FRIO, não me dou com ele, acho até que lhe sou alérgica, às vezes penso que o melhor mesmo seria viver num qualquer país de clima tropical. Aí sim, iria, decerto, viver mais uns bons anos!!....
Que saudades dos dias bonitos, do sol e das temperaturas amenas! Volta rápido Primavera, estás perdoada!!! :)
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