Uma casa esquecida. Velha e desabitada. Sem cor, sem brilho. Sem alma! Sem vida!...
Uma lanterna acesa pressupõe que a luz do dia vai dar lugar à noite... O céu alaranjado, indica o outono...
Que significado poderá ter uma casa que já perdeu a beleza, meio degradada, quase a ruir (perguntarão)?
Compreendo! Porém, para quem a conhece tão bem quanto eu, e para quem, como eu, aqui vivenciou - na infância e adolescência - experiências memoráveis, esta velha moradia, tal como a vila onde está implantada, tem, para mim, um significado do tamanho do mundo.
Era, para aquela época, uma fabulosa casa de férias, que acolhia frequentemente os seus proprietários, gente bonita e interessante, com quem tive o prazer de privar. Um convívio saudável entre todos, especialmente entre os mais jovens, que se repetia ano após ano e fazia as delícias daquele saudável grupo de amigos nos longos e quentes dias de verão.
Só que o tempo está constantemente em mutação e, se tudo traz, tudo leva.
As pessoas "vão"... as boas lembranças ficam. E estas, como muitas outras, perdurarão para sempre num cantinho da máquina que comanda o meu pulsar.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Como eu gosto da sua voz...
Não, não conhecia Teófilo Sonnemberg, conhecido apenas por Berg. Admito... era, para mim, um ilustre desconhecido até que o ouvi, ontem à noite, no Factor X - Audição.
Rendi-me à sua tão estrondosa quanto melodiosa voz...
Encontrei-o no YouTube e carreguei com ele para este meu cantinho, onde vou guardando "coisas" que gosto. A gravação pode não estar perfeita, mas ao vivo foi um espetáculo!
Oiçam e deliciem-se, se gostarem como eu gostei, claro está!
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Violência não é amor...
Numa ronda pela blogosfera, encontrei umas fotos que me impressionaram num post intitulado "Para ti, Manuel Maria", da autoria de "Arrumadinho".
Estas fotos - algumas identificadas pela APAV - retratam a violência doméstica e podem ser vistas AQUI
Afinal... contrariando o que muitas vezes se quer fazer crer, a violência doméstica acontece em todos os estratos sociais e não só nos mais baixos...
Não podemos, não devemos silenciar tais atos. As vítimas têm de ser protegidas e... os agressores punidos.
Na verdade:
"AMOR VIOLENTO NÃO EXISTE"
"VIOLÊNCIA NÂO É AMOR"
"HOMEM DE VERDADE NÃO BATE EM MULHER"
É tempo de dizer "BASTA"!
Estas fotos - algumas identificadas pela APAV - retratam a violência doméstica e podem ser vistas AQUI
Afinal... contrariando o que muitas vezes se quer fazer crer, a violência doméstica acontece em todos os estratos sociais e não só nos mais baixos...
Não podemos, não devemos silenciar tais atos. As vítimas têm de ser protegidas e... os agressores punidos.
Na verdade:
"AMOR VIOLENTO NÃO EXISTE"
"VIOLÊNCIA NÂO É AMOR"
"HOMEM DE VERDADE NÃO BATE EM MULHER"
É tempo de dizer "BASTA"!
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
PENSAMENTO...
![]() |
| Mesmo em dia de chuva como o de hoje...
"É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, que sentar-se, fazendo nada até ao final.
Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder. Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver."
|
Separados?
A Lux desta semana noticia que:
"A relação da apresentadora, de 40 anos, e Manuel Maria Carrilho, de 62, azedou, e a estrela da Sic chegou mesmo a dar entrada em tribunal com o pedido de regulação das responsabilidades parentais, como a Lux noticia nesta edição.
Na base da rutura estão desavenças do casal que obrigaram à intervenção das autoridades que foram chamadas à casa da família, no centro de Lisboa, no fim de semana passado.
Desde então, Bárbara Guimarães e os filhos, Dinis Maria, de 9 anos, e Carlota Maria, de 3, têm estado sob proteção de segurança privada, como a Lux pôde testemunhar no local.
Além da presença de um segurança à porta do edifício onde o casal morava, com indicações para impedir a entrada do antigo ministro da Cultura, há ainda outro elemento da equipa de proteção pessoal que se encarrega de transportar a apresentadora e os filhos até casa."
Mais uma surpresa! Mas a vida e o "amor/desamor" têm destas coisas!
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
"OUTONAL"
Caem as folhas mortas sobre o lago;
Na penumbra outonal, não sei quem tece
As rendas do silêncio...olha, anoitece!
- Brumas longínquas do País de Vago...
Veludos a ondear...Mistério mago...
Encantamento...a hora que não esquece,
Que lança em mim a bênção dum afago...
Outono dos crepúsculos doirados,
De púrpuras, damascos e brocados!
Vestes a terra inteira de esplendor!
Outono das tardinhas silenciosas,
Das magníficas noites voluptuosas
Em que eu soluço a delirar de amor...
(Florbela Espanca)
domingo, 20 de outubro de 2013
"DIANA"
Conhecidas as críticas (negativas), impunha-se a visualização do filme "Diana". Fi-lo hoje.
Protagonizado por Naomi Watts e dirigido por Oliver Hirschbiegel, aborda o relacionamento amoroso da princesa com o médico paquistanês Hasnat Khan interpretado por Naveen Andrews.
Enfim... estamos perante uma mulher apaixonada que se vê envolvida nas teias do que poderia ter sido uma bonita e longa (no tempo) história de amor, mas que, devido à sua condição de ex-mulher de Charles , não consegue vingar. Um romance que, ao fim de dois anos, termina "dolorosamente".
A história - tal como na vida real - acaba com a morte de Diana ao lado de Dodi Al-Fayed, então seu namorado, que, de acordo com o filme, mais não seria do que um envolvimento/consolo da princesa a fim de tentar esquecer o seu grande amor - Khan.
Gostei do desempenho dos atores, embora, quanto a mim, o da protagonista - Naomi Watts - se tenha sobreposto ao de Naveen Andrews.
Muito bem caracterizada, Naveen fica muito parecida com a princesa ainda que não consiga deixar passar aquela aura tão especial que envolvia Lady Di. Provavelmente nenhuma atriz o conseguiria!
Entusiasmei-me... Gosto de histórias de amor, mas, tratando-se da Princesa do Povo, esperava uma abordagem diferente!...Protagonizado por Naomi Watts e dirigido por Oliver Hirschbiegel, aborda o relacionamento amoroso da princesa com o médico paquistanês Hasnat Khan interpretado por Naveen Andrews.
Enfim... estamos perante uma mulher apaixonada que se vê envolvida nas teias do que poderia ter sido uma bonita e longa (no tempo) história de amor, mas que, devido à sua condição de ex-mulher de Charles , não consegue vingar. Um romance que, ao fim de dois anos, termina "dolorosamente".
A história - tal como na vida real - acaba com a morte de Diana ao lado de Dodi Al-Fayed, então seu namorado, que, de acordo com o filme, mais não seria do que um envolvimento/consolo da princesa a fim de tentar esquecer o seu grande amor - Khan.
Gostei do desempenho dos atores, embora, quanto a mim, o da protagonista - Naomi Watts - se tenha sobreposto ao de Naveen Andrews.
Muito bem caracterizada, Naveen fica muito parecida com a princesa ainda que não consiga deixar passar aquela aura tão especial que envolvia Lady Di. Provavelmente nenhuma atriz o conseguiria!
Subscrever:
Mensagens (Atom)


