terça-feira, 30 de outubro de 2012

Bela e aterradora...

Imagem mostra o furacão Sandy na costa leste dos Estados Unidos. (Foto: NOAA / AP Photo)
 
Uma bela mas aterradora imagem do Furacão Sundy! De "terno" só mesmo o nome (Sundy). De resto, parece tratar-se da maior tempestade da história dos Estados Unidos de que há memória. Como qualquer furacão, veio para destruir e devastou vários Estados deixando a população em estado de emergência.
Fiquei chocada com as imagens que vi, com o que  ouvi e li! Por onde passou, deixou marcas indeléveis... ruas transformadas em rios, milhares de pessoas sem eletricidade, fogos e ventos elevadíssimos a devastar tudo o que apanhava pela frente... a perda de vidas humanas...
As imagens mostraram uma Nova Yorque parada, contrariamente ao que dela se diz e eu já tive oportunidade de confirmar: "a cidade que nunca dorme". Time Square, em Manhattan, a praça de maior bulício do mundo inteiro, estava - estará neste momento - quase deserta.
 
Estas catástrofes naturais deixam-me a pensar na nossa insignificância perante as mesmas! Todos sabemos que há uma explicação científica para estes factos, mas já dizia  a minha avó: "(...) filha, a NATUREZA por vezes zanga-se com os homens..." Estou em crer que sim!!... Daí, talvez, o meu enorme respeito por ela e por tudo o que a ela diz respeito!!!
 
 
  



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Ingénua observação...

Sinto sempre uma ternura especial pela ingenuidade de qualquer criança!! Mais ainda quando essa criança é um dos meus netos. Foi o que hoje senti, uma ternura imensa perante o ar ingénuo do meu neto V. quando chegámos os dois, vindos da sua escolinha, para o já habitual almoço cá em casa.
Meto a chave à fechadura, a porta abre-se e, perante o cheiro intenso dos marmelos que havia assado para a sobremesa, o meu neto olha para mim muito convicto do que a seguir haveria de me dizer:
- Avó... brrrrr... a casa hoje está nojenta... brrrrr....
Meio incrédula, pergunto-lhe:
 - O que estás tu a dizer, V.?
-  A casa da avó está nojenta... Cheira muito mal, não cheira à avó?
- Ó Vicente este é o cheiro dos marmelos que a avó esteve a assar para o nosso almoço!
- Avó... não gosto deste cheiro! É nojento...

E para o bom do V., o cheiro que andava no ar só deixou de ser nojento -  ou não - quando se deliciou com os marmelos assados da avó!
- Humm... é muito bom, avó!
 
Estou encantada com as aprendizagens e as associações de idéias que o V. vai fazendo consoante o seu crescimento!! Esta sua ingénua observação de hoje foi, para mim, absolutamente deliciosa e... hilariante :-))
 

                                                                       

  

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Na idade dos porquês...


Verdadeira manhã de Outono, a de hoje. Pareceria de Inverno, se estivesse frio, que não está. A temperatura está morna, não obstante a chuva intensa e a trovoada.
Fui à escolinha buscar o meu neto V. que nos seus três aninhos entrou definitavente na idade dos porquês, de querer saber tudo... E hoje, pela primeira vez, apercebeu-se daquele barulho  que o assustou muito assim como aos seus amigos.
- Avó que "balulho" era aquele, pum... pum...pum, que assustou os meus amigos?
- São trovões, meu amor!
- E o que são "tovões" avó?
Fiquei atrapalhada. Como explicar a uma criança que acaba de entrar na escolinha, o que são trovões!?  O tema não é fácil... mas o mais difícil foi ter de descer à sua faixa etária.
Perante alguma hesitação da minha parte, avançou:
- A avó também não sabe?
Sem mais delongas, lá respondi à questão, tentando dissipar o seu  medo  através da  ligação dos trovões aos elementos que ele já conhece - às nuvens, à chuva e ao céu.
Ficou satisfeito com a resposta e eu ainda mais satisfeita por senti-lo assim... satisfeito. Ufa... que deu cá uma trabalheira!!!
- Avó, vou dizer aos meus amigos para não terem medo dos" tovões", e que eles vêm do céu e das nuvens... O Vicente agora já não tem medo...
 
É uma alegria acompanhar o processo de crescimento do meu neto! E como eles crescem rápido, Deus meu!...

 


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Para mais tarde recordar...

Alguns lugares por onde já passei e que, pela sua beleza, me marcaram profundamente. Aqui e ali, a mão do homem deu uma ajudinha....

                                                   Algar Seco - Carvoeiro - Algarve

                                                           Uma gruta - Benagil - Algarve

                                                       Senhora da Rocha - Algarve

Praia da Batata - Lagos
 
Praia do Amado - Portimão
 
Carvoeiro - Algarve
 
Alcácer do Sal
 
Monsaraz - Alentejo
 
Capadócia - Turquia
 
Capadócia - Turquia
 
Oásis no deserto - Tunísia
 
Tossa de Mar - Catalunha
 
A Pequena sereia - Dinamarca
 
Fiorde - Noruega
 
Antiga igreja - Noruega
 
Riviera Maia - México
 
Na Suécia
 
Central Park - Nova Iorque
 
 
 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Uma vasta obra...

Manuel António Pina, em 2005
Manuel António Pina
Manuel António Pina, escritor e jornalista, morreu na passada sexta feira à tarde, no Porto, aos 68 anos de idade. Deixa-nos uma vasta obra que inclui poesia, crónica, ensaio, literatura infantil e peças de teatro, obra que lhe fez merecer em 2011 o Prémio Camões, o prémio mais importante da Língua Portuguesa.
Estreou-se na poesia em 1974 com o livro "Ainda não é o Fim nem o Princípio do Mundo Calma é Apenas Um Pouco Tarde". Um ano antes, em 1973, havia publicado o seu primeiro livro para crianças "O País das Pessoas de Pernas para o Ar". E muito mais obras publicou ao longo de uma vida que infelizmente não foi muito longa!
Um grande ser humano  muito  conhecido  pelo seu espírito solidário, sentido de humor e algum   inconformismo... o escritor que não tinha medo do fim...

Deixo este pequeno registo - retirado da sua obra -  que me tocou particularmente, porque, por incrível que pareça, este inteligente jogo de palavras transportou-me  para a situação que estamos a viver atualmente no nosso país!... 

Virar o mundo de dentro para fora/ e ver se o mundo assim melhora/ e se nem assim o mundo melhorar/ voltá-lo a virar, a virar, a virar.

Ou:

Pensar de pernas para o ar
é uma grande maneira de pensar
com toda a gente a pensar como toda a gente
ninguém pensava de forma diferente.
Que bom é pensar em outras coisas
e olhar para as coisas noutra posição
as coisas sérias que cómicas que são
com o céu para baixo e para cima o chão.
de o Inventão, Afrontamento, 1987

O POETA PARTIU MAS A OBRA FICOU!!



domingo, 21 de outubro de 2012

Elegância!


Desfile de moda do estilista Miguel Vieira para um encerramento em beleza da Moda Lisboa Primavera Verão 2013.
Tecidos lisos, listrados, estampados florais e geométricos em tons frescos - rosa, verde, laranja, branco...
Bonitos cortes! Muita elegância! Gostei imenso!!

















































































































































































 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Imagem de marca!?...

angelamerkel

Será esta a imagem de marca da Senhora Merkel? A ver por esta imagem, tudo leva a crer que sim. Todos iguais e todos diferentes... os casacos, claro!! Se a Matemática não me falha... são 18 e provavelmente ainda faltarão muitos... de outras cores... bem entendido! Será esta senhora tão conservadora na política quanto é na sua maneira de  vestir?... Já para não falar na maneira como "sempre" posiciona as suas mãos!! :)