
Se já eramos (uma coletividade pacífica de revoltados), continuamos a sê-lo hoje e, muito provavelmente, sê-lo-emos, amanhã, também!
Será que se confirma o provérbio: "quem nasce torto tarde ou nunca se endireita"?
Penso que não! Somos um país de "gente" inteligente, de bom senso, paciente, que sabe muito bem o que quer e que não deixará de mostrar, em tempo oportuno, que afinal não lhe falta, assim tanto, o seu romantismo cívico de agressão.
Acredito no meu País!
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